quarta-feira, 12 de março de 2008

Tratamento da Água Potável

Tratamento da água potável

Água potável é como chamamos a água que pode ser consumida por pessoas e animais sem riscos de adquirirem doenças por contaminação da mesma. Ela pode ser oferecida à população urbana ou rural com ou sem tratamento prévio dependendo da origem do manancial. O tratamento de água visa reduzir a concentração de poluentes até o ponto em que não apresentem riscos para a saúde pública.
Etapas do tratamento
Torneira doméstica com água potável.
Cada etapa do tratamento da água pode representar um obstáculo à transmissão de doenças. O grau e o tipo de tratamento pode ir de uma simples desinfecção até um tratamento mais complexo , dependendo das condições do manancial que vai ser utilizado. Esses aspectos são estudados numa especialidade da engenharia hidráulica denominada de engenharia sanitária .
Coagulação - A primeira destas etapas é a coagulação, quando a água bruta recebe, logo ao entrar na estação de tratamento, uma dosagem de sulfato de alumínio. Este elemento faz com que as partículas sólidas (sedimentos), sobretudo argila, iniciem um processo de aglomeração .
Floculação - Segue-se a floculação, quando, em tanques de concreto, continua o processo de aglutinação das impurezas, na água em movimento. As partículas se transformam em flocos mais pesados.
Decantação - A água entra em outros tanques, onde vai ocorrer a Decantação. As impurezas, que se aglutinaram e formaram flocos, vão se separar da água pela acção da gravidade, indo para o fundo dos tanques.
Filtração - A próxima etapa é a filtração, quando a água passa por filtros com camadas diversas de seixo (pedra de rio) e de areia, com granulações diversas e carvão antracitoso (carvão mineral). Aí ficarão retidas as impurezas mais finas que passaram pelas fases anteriores.
Desinfecção - A água neste ponto parece ser potável, apenas sob o aspecto organoléptico, mas para maior protecção contra o risco de contaminações, é feito o processo de desinfecção. Pode ser feita através do cloro líquido, do cloro gasoso, do ozónio ou de outras formas. A coloração, serve para eliminar os germes patogénicos (nocivos à saúde) e garantir a qualidade da água até a torneira do consumidor.
fluoretação - Opcionalmente, pode ser feita a fluoretação, quando é adicionado filossilicato de sódio ou ácido fluorescência em dose adequadas. Com o objectivo de reduzir a incidência de cárie dentária, especialmente nos consumidores de zero a 12 anos de idade, período de formação dos dentes. Por ser arbitrária, essa pratica costuma causar certa polémica nos EUA, devido ao fato de que, em cerca de 20% dos casos, causa algum tipo de fluorite infantil.
Correcção de pH- A última acção neste processo de tratamento da água é a correcção de pH, quando é adicionada a cal hidratada ou barrilha leve (carbonato de sódio) para uma neutralização adequada à protecção da tubulação da rede.
Entre a entrada da água bruta na Estação de Tratamento até sua saída, já potável, decorrem cerca de alguns segundos a 60 minutos , dependendo da qualidade da água bruta e do tipo de tratamento adoptado.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

A importancia da água


A água é o constituinte mais característico da Terra e é o ingrediente essencial da vida.
Ilustrando esta essencialidade da água: "Um certo indivíduo está no deserto e necessita de água. Neste caso, a água é tão importante que este indivíduo deixa qualquer riqueza que possua e passa a querer a água antes de qualquer outra coisa". Este conceito é chamado pelos economistas pelo nome de utilidade marginal.

Algumas curiosidades sobre a importância da água
A utilização média diária de água em Portugal é de cerca de 100 litros por habitante.
Todos os anos 1,5 milhões de pessoas morrem por falta de água, 90% das quais crianças com menos de 5 anos de idade.
Todos os anos 10 milhões de pessoas morrem, metade com menos de 18 anos, com doenças que não existiriam se a água fosse tratada.
Prevê-se que muito em breve, a falta de água seja motivo de inúmeros conflitos e guerras entre nações.
Existem várias medidas de poupança de água que todos nós deviamos adquirir:
Tomar duchas rápidas em vez de demorados ou de banhos de imersão.
Manter a torneira fechada enquanto se lava o corpo, o cabelo, a louça ou escovar os dentes.
Colocar uma garrafa com areia no autoclismo ou adquirir um autocolismo com duas hipóteses de descarga.
Não poluir os rios, protegendo assim este recurso essencial à vida
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A cor dos Minerais

Cor
É uma característica extremamente importante dos minerais. Pode variar devido a impurezas existentes em minerais como o quartzo, o corindo, a fluorite, a calcite e a tu
rmalina, entre outros. Em outros casos, a superfície do mineral pode estar alterada, não mostrando sua verdadeira cor. A origem da cor nos minerais está principalmente ligada à presença de iões metálicos, fenómenos de transferência de carga e efeitos da radiação ionizante. Eis alguns exemplos:
Jadeíte — esverdeado;
Augita — verde escuro a preto;
Cassiteria — verde a castanho;
Pirita — amarelo-ouro.

Brilhos dos Minerais


Brilho
O brilho depende da absorção, refracção ou reflexão da luz pelas superfícies frescas de fractura do mineral (ou as faces dos seus cristais ou as superfícies de clivagem). O brilho é avaliado à vista desarmada e descrito em termos comparativos utilizando um conjunto de termos padronizados. Os brilhos são em geral agrupados em: metálico e não metálico ou vulgar. Diz-se que o brilho é não metálico, ou vulgar, quando não é semelhante aos dos metais, sendo característico dos minerais transparentes ou translúcidos. Dentro das grandes classes atrás apontadas, o brilho de um mineral pode ser descrito como:
Brilhos não metálicos:
Acetinado — brilho não metálico que faz lembrar o brilho do cetim ; é característico dos minerais fibrosos;
Adamantino — brilho não metálico que, pelas suas características, nomeadamente a intensidade, se assemelha ao do diamante (são exemplos a pirargirita e a cerussita;
Ceroso — brilho não metálico que lembra o da cera (é exemplo a variscita);
Nacarado — brilho não metálico semelhante ao das pérolas (é exemplo a caulinita);
Resinoso — brilho não metálico que lembra o observado nas superfícies de fractura das resinas (é exemplo a monazita);
Vítreo — brilho não metálico que lembra o do vidro (são exemplos a flouri, a halita e a aragonita);
Brilhos metálicos:
Metálico — brilho que se assemelha ao dos metais, sendo característico de minerais opacos como a galena, a calcopirita e a pirita;
Submetálico — brilho que faz lembrar o dos metais, mas não tão intenso, sendo característico dos minerais quase opacos como a cromita
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Férias de Natal

O Natal está á porta e com ele vêm as preciosas FÈRIAS DE NATAL...
Por isso, deixamos temporáriamente encerrado o nosso blog por um período de 2 semanas.
Agradecemos a vossa compreenção ...
Um Bom Natal e um Próspero Ano Novo!!!

A resposta à sondagem "Em 20 anos, quantos terços da população mundial deve enfrentar a escassez de água?"

Resposta á sondagem do dia 28/11/07 é "2 terços". Nenhum grupo respondeu à sondagem.

A resposta à sondagem "Para que pode ser utilizada a biomassa?"

Resposta á sondagem do dia 28/11/07 é "Para a produção de energia". Nenhum grupo respondeu à sondagem.